quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

☆ Estrelas ☆


Sabes quando olhas o céu,
E pensas que as estrelas,
Estão a sorrir para ti?
E sentes aquela alegria,
Ingénua,
Como uma criança,
Que acredita no Pai Natal…

E sonhas acordado,
Pensando nas coisas que queres,
Que mais desejas,
Sonhas que aquelas estrelas,
Aquelas mesmas estrelas que estas a ver,
Que estão a sorrir para ti,
São um sinal,
Que tudo vai correr bem.

Lembro-me das estrelas, sim!
Tal como me lembro de ti,
Mesmo que passem cem anos,
As estrelas não deixarão de lá estar,
E se eu vivesse esses mesmos cem anos,
Também eu nunca esqueceria essa lembrança…

Mas sonhos…
Sonhos são esperanças vãs,
Numa clara manhã,
Sonhos são pedaços,
Arrancados ao vento,
Como a trovoada,
Nessa clara manhã.
Traiçoeiros.

Desejei que fosses meu,
Minhas lágrimas o comprovam.
Mas como sonho que eras,
Trovoada te tornas-te,
E se de ti, não tive nada,
De mim, tiveste tudo.

Mas a clara manhã depressa passa a noite,
E a escuridão se abate em meu coração.
Onde estas tu, sonho?
Onde poderei eu, sonhar-te de novo?
Oh..

Desejei ter-te, bem certo,
Aqui perto, dentro de mim.
Desejei ser, a tua sereia,
A tua princesa,
Como nos contos de fadas…
Oh, sonhos!
Esperanças vãs…

Nunca foste meu,
Porem,
Sempre fui tua.

2011

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